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2 meses atrás - 17/03/2022

Células tronco podem ser a última esperança para casos de graves lesões desportivas

FOTO: Divulgação
FOTO: Divulgação

Rodrigo Dourado é um conhecido volante do tempo do Internacional. Em 219, durante um jogo, ocorreu uma leve torção no joelho esquerdo e, o que parecia simples, o custou cerca de 450 dias de tratamento e recuperação. Na verdade, Dourado sofreu com um edema ósseo que o impediu de retornar aos gramados. Após duas artes, o jogador seguia fortes dores e os médicos já não tinham sido feitos que havia algo mais a.


Neste contexto, o Dr. Felipe Carvalho, especialista em medicina regenerativa, ofereceu uma última tentativa: a técnica de células tronco, que consiste em utilizar células do osso da bacia para promover a recuperação de uma área lesionada rapidamente. Ele seessou e aí seis aplicações com intervalo de 5 dias. Ele exatamente o que eu recomendo em termos de alimentação e recuperação ”, relembra o Dr. Carvalho. Após o procedimento e 90 dias de recuperação, Rodrigo Dourado retornou em plena forma de defensor a camisa do Internacional.


O caso do jogador é marcante, pois a ortopedia tradicional não tinha mais nenhum recurso a oferecer para ele. Sem a tecnologia apresentada pelo Dr. Felipe Carvalho, Rodrigo Dourado como previsto para uma vida com dores no joelho e a cirurgia de regeneração com células representamou uma esperança de voltar aos dias de glória, a função atlética dele, imagina o que é isso para uma pessoa que faz o que ama ”, explica o médico. 


A vida de Dourado foi salva por um avanço tecnológico da medicina regenerativa, outros casos ditos “sem solução” como o jogador, podem ter suas todos também nas técnicas modernas do Dr. Felipe Carvalho. Eu tenho muito orgulho disso. Não é normal jogar com dor, se você tem dor, busque ajuda ”, aconselha o especialista. Além disso, Carvalho alerta para a importância de descobrir e tratar as dificuldades ainda no começo, pois, quanto antes do tratamento para iniciar, o período de recuperação é menor e mais. Em uma lesão-muscular, se o atleta procurar ajuda no início da dor, a gente consegue equalizar e ter mais opções para tratar ele ”, afirma.

FONTE: MF Press Global